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sábado, 25 de julho de 2015

CLAUDYA

Nasceu no Rio de Janeiro e  foi criada em Juiz de Fora (MG). Começou a cantar aos oito anos de idade, participando de um programa de calouros na Rádio Sociedade de Juiz de Fora. Aos 13 anos, atuou como crooner do conjunto Meia-Noite, que se apresentava em festas e bailes daquela cidade. Iniciou sua carreira profissional na década de 60, participando do programa "O Fino da Bossa" (TV Record), de onde foi definitivamente banida por Elis Regina, preocupada com a competição de Cláudia, que foi considerada de cara uma cantora tão boa quanto ela. Recebeu, logo no primeiro ano de sua carreira, o troféu Roquete Pinto, como cantora revelação. Viajou para o Japão, onde se apresentou com o saxofonista Sado Watanabe. Ficou nesse país durante seis meses, apresentando-se em clubes, hotéis, boates e teatros. Gravou um LP em japonês, que atingiu a tiragem de 200 mil cópias. De volta ao Brasil, classificou em 1º lugar a canção "Razão de paz para não cantar" (Eduardo Lage e Alézio de Barros) no I Festival Fluminense da Canção, realizado em 1969, em Niterói (RJ).
Ainda nesse ano, classificou a mesma música em 4º lugar no IV Festival Internacional da Canção (TV Globo), recebendo o prêmio de melhor intérprete. Em 1970, representou o Brasil no XI Festival da Canção, no México, tendo sido contemplada com quatro medalhas de ouro, inclusive a de melhor intérprete. Em 1971, gravou o LP "Jesus Cristo", com destaque para a faixa-título, de Roberto e Erasmo Carlos, e "Com mais de 30" (Marcos e Paulo Sérgio Valle), esta também com grande êxito. Ainda nesse ano, participou da IV Olimpíada da Canção, na Grécia, defendendo a canção "Minha voz virá do sol da América" (Marcos e Paulo Sérgio Valle), ganhando os prêmios de melhor intérprete, melhor arranjo, melhor letra e melhor música. Em 1972, representou o Brasil no Festival de Hola Nueva, na Venezuela, tendo recebido o prêmio de melhor intérprete. No ano seguinte, lançou o LP "Deixa eu dizer", que registrou canções de sua autoria como "Noite de verão" (c/ Raul Telles) e "Agora quem sorri sou eu" (c/ Cristiê), além de músicas de outros autores, como "Esse cara" (Caetano Veloso) e a faixa-título, de Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza. Em 1975, participou do Festival da Espanha, em que se destacou como a melhor cantora. Ainda nesse ano, apresentou-se com o violonista Baden Powell na França e na Itália. Em 1979, gravou o LP "Pássaro imigrante", em que registrou composições próprias como "Morena de Uganda" e "Boiadeiro", em parceria com Chico Medori. No ano seguinte, lançou o LP "Cláudia", incluindo canções de sua autoria como "Baião agressivo" e "Brasileirinho multinacional", ambas com Chico Medori, e músicas de outros autores, como "Canção de quem se espera" (Sivuca e Glorinha Gadelha) e "Me deixa em paz" (Monsueto e Airton Amorim), entre outras. Em 1982, foi convidada para estrelar o musical "Evita", seu maior sucesso de público e crítica. O espetáculo ficou em cartaz durante seis meses em São Paulo e quase dois anos no Rio de Janeiro. Em 1986, gravou o LP "Sentimentos", com destaque para a versão de Victor Berbara "Não chores por mim, Argentina" (A.L.Webber e T. Rice), seu maior sucesso, e "Quero que vá tudo pro inferno" (Roberto e Erasmo Carlos). Em 1992, lançou o CD "A estranha dama", que incluiu as canções "Podres poderes" (Caetano Veloso), "O bem e o mal" (Danilo Caymmi e Dudu Falcão) e "É" (Gonzaguinha), entre outras. Dois anos depois, gravou, com o Zimbo Trio, o CD "Entre amigos", interpretando músicas como "Beatriz" (Edu Lobo e Chico Buarque), "De frente pro crime" (João Bosco e Aldir Blanc), "Cantiga por Luciana" (Edmundo Souto e Paulinho Tapajós) e "Domingo no parque" (Gilberto Gil), entre outras. Em 1998, lançou o CD "Claudya canta Taiguara", contendo as canções "Hoje", "Universo no teu corpo" e "Teu sonho não acabou", entre outras. Em 2005 gravou o CD "A Lua Luará", onde canta músicas do compositor finlandês Heikki Sarmanto letradas por Fernando Brant. Em 2011 Cláudia volta a gravar através da gravadora Jóia Rara, do DJ Zé Pedro, com o CD "Senhor do Tempo - Canções Raras de Caetano Veloso".



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