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RÁDIO BRASIL DE DENTRO: ESPECIAL TOM ZÉ

domingo, 20 de julho de 2014

SEBASTIÃO PINHEIRO

"Sou professor universitário, músico e escritor, natural de Juazeiro do Norte, mas resido no RS há muitos anos. Escrevi recentemente um musical para teatro, intitulado “A Casa da Luz”,  cuja história se passa em uma pequena cidade no Cariri dos anos quarenta. Publiquei na forma de um livro eletrônico (e-book), que está à venda em diversas livrarias, por R$ 14,90. Escolhi o formato e-book porque o leitor pode escutar as canções clicando em links para o Youtube enquanto lê o texto."

FONTE: Sebastião Pinheiro (depoimento via e-mail)

Sebastião Pinheiro também gravou, em dezembro de 2011, o CD “Brasil de Almeida”.



Sebastião Pinheiro - vídeo 1

Sebastião Pinheiro - vídeo 2

Sebastião Pinheiro - vídeo 3

2014 - A casa da luz (Livro digital)

A Casa da Luz é um musical originalmente concebido para teatro. A história se desenvolve em um bordel de uma cidade do interior do Nordeste, pequena e comum, como todas as outras contidas no Vale do Cariri do, então, ano de 1946. A grande religiosidade popular não foi suficiente para impedir o surgimento das casas de prostituição nessas cidades durante a primeira metade do século vinte, localmente chamadas de cabarés, que atingiram os seus auges nos anos cinquenta. Esta obra ficcional tenta expor histórias que, muito provavelmente, aconteceram na vida real de forma semelhante com mulheres que trabalharam em cabarés no Cariri dos anos quarenta, numa tentativa de mostrá-las por ângulos que nunca interessaram aos que dos seus serviços faziam uso. O musical é um convite a um mergulho em um universo bastante desconhecido por muitos brasileiros. O leitor pode acompanhar o texto ouvindo as canções do musical, acessando os respectivos links para o youtube ao longo do texto.


sábado, 19 de julho de 2014

FIM DE FEIRA

Por Priscila Roque

Quando a feira termina, é hora da xepa. Qualquer trocado vale para acabar com as frutas, as verduras e os legumes. Porém, no nordeste, não é bem assim.

A banda Fim de Feira, natural de Pernambuco, adotou esse nome em homenagem a um poeta regional chamado Dedé Monteiro. Em um de seus textos, ele justifica que esse momento é também uma celebração cultural, não apenas comercial.

Reunindo elementos da cultura nordestina, como o forró pé de serra, a literatura de cordel e os cantadores de viola, unidos a bagagem que a banda colheu em 12 países por onde já passou, o Fim de Feira se tornou conhecido pela ousadia que mostra no palco e a poesia marcante do vocalista Bruno Lins.

Fim de feira - vídeo 1

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