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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

LAMPIRÔNICOS


A palavra Lampirônicos, mais do que a junção entre “Lampiões” e “Eletrônicos” é uma tentativa de sintetizar a necessidade de interação entre a tradição e a pós-modernidade. Algo como “candeeiros a laser”, uma ferramenta rústica de iluminação alimentada pela tecnologia contemporânea. Assim, a música do “Bando Lampirônicos” é a união de elementos sonoros e ideológicos desses dois mundos cronologicamente afastados. O grupo baiano existe há aproximadamente seis anos e é formado por Vince de Mira (voz), Mangaio (programações e samplers), Robertinho Barreto (guitarra e guitarra baiana), Emanuel Venâncio (bateria), Marcelo Seco (contrabaixo) e Robson de Almeida (percussão). Com uma sonoridade bastante característica, o Lampirônicos une o regionalismo de sambas, xotes, baiões e batuques de rua ao rock, sintetizadores, afro beats, mantras e pontuações de chula na guitarra baiana.
Todos esses elementos são aliados a letras que falam do cotidiano brasileiro. O bando tornou-se conhecido em todo o país através do seu primeiro CD, “Que Luz é Essa?”, lançado no Brasil pelo selo Epic, da Sony Music e pela VIP na Europa. O disco foi produzido por Paulo Rafael e Carlinhos Brown, com participação especial de Dominguinhos e Alceu Valença. Em 2004, o Lampirônicos lançou o seu segundo álbum, intitulado “Toda Prece”, distribuído nacionalmente pela Trama.. O trabalho conta com importantes participações, dentre elas os renomados músicos Paulo Rafael e Marcos Suzano, além da participação de Rebeca Matta, na faixa “Cada Macaco no seu Galho”, que deixou ainda mais inusitado o arranjo nervoso dado à canção do sambista baiano Riachão. Nas outras faixas que completam o álbum destacam-se “Aportou Bananeira” e “Toda Prece”, que dá nome ao disco. Ao longo desses anos, o bando tem somado à sua trajetória participações em grandes eventos e shows no Brasil e no exterior. Destacam-se as apresentações no Brazilian Summer Festival, 1o festival de música brasileira realizado em Londres, no Sfinks Festival (Bélgica), no Festival Afro Brasil (Tübingen, Alemanha) e no Montreux Jazz Festival (Suíça). Em Outubro de 2005, o Lampirônicos fez parte do projeto Disco de Ouro do Sesc Pompéia, em um show de homenagem ao disco Acabou Chorare, dos Novos Baianos. Neste show os músicos do lampirônicos interagiram no palco com artistas consagrados da música nacional como Luis Melodia, Elza Soares, Baby do Brasil e Orquestra Mantiqueira. O grupo vem dando prosseguimento à divulgação do CD “Toda Prece” pelo Brasil. Foram feitas apresentações no interior na Bahia e nas principais capitais do nordeste. A banda fez mais uma turnê pelas regiões sul e sudeste do país e recentemente lançou seu terceiro disco "Caia na Madrugada", gravado no estúdio da banda, o Audiolab, e que foi lançado pelo seu próprio selo independente, Maquinário Records. Outro trabalho importante foi desenvolvido no Ateliê de Coreógrafos, onde o Lampirônicos fez a direção musical do espetáculo Húmus, dirigido por Márcia Duarte, de Brasília. Além de conceber a trilha, o Lampirônicos se apresentou ao vivo como parte do espetáculo, entre os dias 13 e 18 de outubro. O Lampirônicos participou de edições do Mercado Cultural em 2003 e 2006, esse último se apresentando juntamente com o coletivo multimídia Terreiro Circular, onde a banda teve a oportunidade de se aproximar de outros artistas, inclusive de linguagens diferentes, como cinema e artes plásticas. O Lampirônicos foi o cicerone nas noites do Terreiro Circular de 2005 até 2007, onde a banda dividiu o palco com atrações independentes locais e de outros estados, a exemplo de Davi Moraes (RJ), Rebeca Matta e Mariella Santiago (BA), Cabruêra (PB) e Bonsucesso Samba Clube e Siba (PE), La Caution (França), . O projeto vem se destacando na cena independente de Salvador, tendo sido convidado participar do VII Mercado Cultural, que aconteceu em dezembro de 2006. O VII Mercado Cultural foi associado ao Fórum Mundial de Cultura.


FONTEhttp://www.myspace.com/lampironicos

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