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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

SIMONE GUIMARÃES

Neta do maestro e compositor Antônio Guimarães. Criada em um ambiente musical, aos sete anos de idade ganhou de presente um cavaquinho. Inicialmente autodidata, começou a apresentar-se com o instrumento em eventos escolares e no palco do Teatro de Arena de sua cidade natal. Recebeu durante quatro anos aulas particulares de piano. Aos 15 anos, mudou-se para Ribeirão Preto (SP), para cursar o antigo 2º grau, matriculando-se, também, no Conservatório Carlos Gomes. Mais tarde, por intermédio do conterrâneo Chico Alencar, conheceu Milton Nascimento, que a convidou para cursar sua Escola Livre de Música, em Belo Horizonte, onde foi aluna de Juarez Moreira, que viria a ser seu parceiro. Depois de morar um ano naquela cidade, voltou para Ribeirão Preto. Ingressou na universidade, dividindo-se entre a vida acadêmica e as apresentações musicais em casas noturnas. Transitou pelos cursos de História, Jornalismo e Letras, não chegando a graduar-se por ter optado definitivamente pela carreira artística.

Em 1990, gravou um clip para a TV Globo do nordeste paulista, interpretando duas músicas de sua autoria: "Gueto à Califórnia" e "Todas as mulheres do mundo".

Dois anos depois, escreveu, em parceria com Paulo Jobim, a trilha sonora de "O canto da Piracema", programa produzido pela TV Globo, premiado com o troféu Libero Badaró. Participou também das trilhas de "Dioguinho" e do Globo Repórter "A rota do sul", da mesma emissora.

Em 1996, lançou seu primeiro CD solo, "Piracema", disco temático patrocinado pela Prefeitura de Ribeirão Preto, inserido em um projeto para a despoluição do Rio Pardo. Ainda nesse ano, gravou, com os instrumentistas Olmir Stoker (Alemão) e Zezo Ribeiro, o CD "Cordas versos cordas".

Em 1997, morando no Rio de Janeiro, lançou o CD "Cirandeiro", que recebeu duas indicações para o prêmio Sharp, nas categorias Melhor cantora e Melhor Arranjo, e teve três faixas incluídas em trilhas de novelas: "Cirandeiro", em "A Indomada" (TV Globo), além de "Brincadeira de coroar" e "Estrela do meu bem querer" (c/ Cristina Saraiva), ambas em "Serras Azuis" (TV Bandeirantes).

No ano seguinte, lançou o CD "Aguapé", que contou com arranjos e direção musical de Maurício Maestro e participação de Elba Ramalho, Ivan Lins, Danilo Caymmi e Zé Renato. Apresentou-se, também nesse ano, em shows de Ivan Lins, César Camargo Mariano, Leila Pinheiro e Boca Livre, e recebeu em seus shows artistas como Fagner, MPB-4 e Leila Pinheiro. Em uma das apresentações da cantora no Café Teatro de Arena (RJ), Milton Nascimento saiu da platéia para o palco, realizando uma participação não programada. Ainda em 1998, atuou ao lado do quarteto vocal MPB-4, no Projeto Novo Canto, no Terraço do Rio Sul (RJ).

No ano seguinte, apresentou-se nos shows "Crooner", de Milton Nascimento, e "Um novo tempo", de Ivan Lins.

Como cantora, participou da trilha sonora de Iuri Popoff para "Cuenda", peça teatral de Cristina Tolentino, e dos songbooks de Tom Jobim, interpretando com Paulo Jobim a faixa "O pato preto", e de Chico Buarque, interpretando com Hélio Delmiro a canção "Desencontro" (c/ Toquinho).

Como compositora, teve músicas gravadas por Leila Pinheiro, Ivan Lins e Marcelo Lessa.

Em 2001, lançou o CD "Virada pra lua", contendo suas composições "Virada pra lua" (c/ Sérgio Natureza), "Imensidade", "Sertão das águas" (c/ Yuri Popoff), "A fábula do riacho" (c/ Cristina Saraiva), "Night club" (c/ Kiko Continentino), "Convulsionada" e "Marilyn" (c/ Rosana Zaidan). O disco registrou, ainda, a participação especial de Milton Nacimento, na faixa "Imagem e semelhança" (Kiko Continentino, Milton Nascimento e Bena Lobo), e de Guinga, na faixa "Porto de Araújo" (Guinga e Paulo César Pinheiro), e incluiu, também, as canções "Cenários (Julio Moura e Misael da Hora), "Meu coração" (Thomas Roth), "30 anos" (Ivan Lins e Vítor Martins) e "Cumbuca" (José Marcio Castro Alves). Os arranjos foram assinados por Leandro Braga, à exceção da faixa "Porto de Araújo", que contou com arranjo de Guinga. Realizou show de lançamento do disco no Teatro Rival (RJ).

Em 2002, apresentou-se, com Juarez Moreira, no Teatro Café Pequeno (RJ), pelo projeto "MPB Prêt-a porter", e no Paço Imperial (RJ). Nesse mesmo ano, participou do projeto "Cartão Postal da MPB", dividindo o palco do CCJF (RJ) com Guinga.

Lançou, em 2012, o CD "Chão de aquarela", contendo as canções “Desafios”, “É saudade”, “Um canto de amor”, “Relento”, “Estrela da noite”, “Estrela do meu bem querer”, “Fábula do riacho”, “Na trilha do amor”, “Olhos de fogo”, “Fronteira”, “Beijo” e “Canção para um pianista 2”, todas de sua parceria com Cristina Saraiva. O disco contou com a participação de Franklin da Flauta, Julio Santin (viola), Lia Gandelman (corne inglês) e André Mehmari (piano).

Em 2013, foi indicada ao Prêmio da Música Brasileira, na categoria Melhor Cantora Regional, pelo CD “Chão de aquarela”.


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