Por Priscila Roque
Quando a feira termina, é
hora da xepa. Qualquer trocado vale para acabar com as frutas, as verduras e os
legumes. Porém, no nordeste, não é bem assim.
A banda Fim de Feira, natural
de Pernambuco, adotou esse nome em homenagem a um poeta regional chamado Dedé
Monteiro. Em um de seus textos, ele justifica que esse momento é também uma
celebração cultural, não apenas comercial.
Reunindo elementos da cultura
nordestina, como o forró pé de serra, a literatura de cordel e os cantadores de
viola, unidos a bagagem que a banda colheu em 12 países por onde já passou, o
Fim de Feira se tornou conhecido pela ousadia que mostra no palco e a poesia
marcante do vocalista Bruno Lins.




